MARCOS LOBO (MARKITU)

diretor

Kitu, como eu sempre o chamei, foi o primeiro de uma série de assistentes de direção que teria na fase do Joquistão. Tive uma forte sintonia com ele e apesar dele ter um temperamento particular, sempre o vi como um cara focado, forte e dedicado. Kitu sempre viveu uma dualidade entre o mato e a cidade, a publicidade e a arte e depois de muitos anos juntos, hoje ele mora em uma comunidade, religiosa, em Brasília. Sinto saudade do meu querido Kitu mas além de respeitar suas escolhas, sei que ele está feliz e isso é o que me interessa. O Kitu sempre foi talentoso: grafiteiro, desenhista, provocador, bom assistente de direção e um câmera atento.

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